sexta-feira, 27 de maio de 2011

Video de Propriocepção no Esporte


Olá pessoal....
Com meu mini tempo livre, estive pesquisando sobre alguns assuntos de meu interesse e assistindo a uns videos no youtube.
Achei muito legal esse video que mostra o trabalho proprioceptivo de um clube de futebol com seus jogadores, com o intuido de prevenir lesões.
O trabalho de propriocepção está muito ligado ao mundo esportivo e também as fases finais de reabilitações na fisioterapia, trabalhando além disso o sistema vestibular,responsável pela nossa sensação de equilibrio e coordenação corporal, ou seja, que nos promove uma integração sensorial.
No video alguns exercícios são demonstrados por jogadores, mas os mesmos podem ser feitos por pessoas não atletas em fase de rebilitação ou como prevenção.
Com um tempo maior prometo escrever um pouco mais sobre o que é a propriocepção e também o sistema vestibular, pois os dois assuntos são interligados normalmente mas bem amplos para serem estudados.
Abraços e espero que gostem do video.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Distrofia Simpática Reflexa (DSR) ou Atrofia de Sudeck

Esta doença vem recebendo diversas terminologias, tais como algodistrofia, causalgia, atrofia de Sudeck, síndrome ombro-mão, neuroalgodistrofia, distrofia simpática pós-traumática ou síndrome dolorosa regional complexa tipo 12.
O mecanismo que estimula seu surgimento ainda não é claro, sabe-se que a condição pode durar anos, mas a recuperação em geral espontânea ocorre em 18 e 24 meses, onde são identificados três estágios.
Estágio I (reversível): Essa fase é observada a vasodilatação, dura 3 semanas a 6 meses. A dor é característica predominante, geralmente desproporcional à gravidade da lesão. Há hiperidrose,calor, eritema, crescimento anormal das unhas e edema nas mãos.
Estágio II ( distrófico ou de vasoconstrição):  Essa etapa dura de 3 a 6 meses. Caracteriza-se por hiperatividade simpática, dor em queimação e hiperestesia exacerbada pelo tempo frio. A mão apresenta-se cianótica e com manchas, as unhas quebradiças e ocorre o surgimento da osteoporose.
Estágio III ( atrófico):  Esse estágio é caraterizado por dor decrescente ou aumentada e por osteoporose grave. Pode ocorrer perda muscular e contraturas.

Queixas  comuns:
  • Dor ou hiperestesia no ombro, punho ou na mão.
  • Limitação da ADM, normalmente na rotação lateral e abdução de ombro e restrição na extensão de punho e na flexão metacarpofalangeana. 
  • Instabilidade vasomotora.
  • Edema de punho e mão secundário ao comprometimento circulatório dos sistemas linfáticos.
A medida que a condição progride, a dor cede mas persiste a limitação de movimento e a osteoporose.


Tratamento:    

Por ser um distúrbio progressivo, a melhor intervenção é a prevenção, quando se identificada a possibilidade do desenvolvimento da DSR,, como após a ocorrência de trauma de ombro, isso requer que o FISIOTERAPEUTA, motive o paciente a mover com segurança todo o membro superior, minimizando edemas e a estagnação vascular.
É necessária intervenção MÉDICA, para lidar com essa doença. O médico pode escolher bloquear os estímulos simpáticos com drogas simpatolíticas  ou bloqueio do ganglio estrelado, entre outras alternativas disponíveis escolhidas pelo médico. Isso é feito junto com o exercício FISIOTERAPÊUTICO para interromper a resposta simpática  e tratar os comprometimentos e as limitações funcionais.

Objetivos dos tratamentos:
  • Educar o paciente.
  • Aumentar ou manter ADM.
  • Facilitar contrações musculares ativas.
  • Alivio da dor.
  • Controlar edema
  • Dessensibilizar a área.
Todas as informações foram retiradas do livro Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas de Colby e Kisnner, 2003.     
Indicação de leitura: Distrofia simpático-reflexa, J. Pediatr. (Rio J.) vol.80 no.2 Porto Alegre Mar./Apr. 2004. Disponivel em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572004000200015&script=sci_arttext&tlng=es




 






quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dor lombar na posição sentada

Então....um assunto muito comentado atualmente é relacionado as posições adotadas durante o nosso cotidiano. Achei interessante, descrever um pouco sobre essa posição muito usada por todos nós e tem relação com a dor lombar.


O ato de se sentar faz com que os membros inferiores repousem,por isso a sensação de alivio quando se esta cansado, dessa maneira o peso do tronco é transmitido para a região lombar, ocasionando na porção posterior a pressão nos discos intervertebrais e os ligamentos tornam-se tensionados. Com isso observa-se conseqüências maléficas para a coluna lombar, pois altera a posição da mesma, tornando-a retificada promovendo uma deformação continua do disco intervertebral, na parte anterior encontra-se esmagado e essa compressão desencadeia os efeitos nocivos, levando a dor (VIEL e ESNAULT, 2000).

Para aliviar os sintomas ou prevenir a progressão da dor deve-se de prefêrencia:
  • Utilizar cadeiras ajustaveis.
  • Iluminação local adequada no caso de estar trabalhando ou em casa utilizando computador ou lendo.
  • Apoio firme para os pés contra o solo é importantissimo para um melhor controle postural.
  • Exercícios de relaxamento no posto de trabalho ( no caso de empresas).
  • Procurar ter uma vida menos sedentaria e se exercitar mais.
  • Melhorar principalmente a força da região abdominal.
Por hoje é isso, apenas um breve relato sobre a posição sentada.

Indico para leitura o livro: Lombalgias e cervicalgias da posição sentada de Éric Viel e Michèle Esnault da editora Manole.



Voltando a atualizar........

Olá blogueiros e galera que acompanham o blog.
Fiquei um bommmmmmm tempo sumida, mas estou de volta aos poucos.
Um breve explicação: Dia a dia corrido, meses sem internet em casa e monografia sendo realizada.
A partir deste mês tenare postar mensalmente pelo menos um assunto para não ficar muito desatualizado isso aqui.

Gostaria de parabenizar, todos os FISIOTEREPEUTAS, pelo nosso dia que passou.
Assim simples uma mensagem que achei legalzinha para todos:


Recados Para Orkut

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Esporão de Calcâneo

Esporão é o surgimento de uma calcificação no osso conhecido como calcâneo, localizado no calcanhar.
Os primeiros registros desse tipo de alteração, foram observados em militares devido as caminhadas e corridas de longas distâncias em solo irregular e usando o coturno(bota militar).
No esporte é comum seu aparecimento no atletismo quando se usa um tênis inadequado ou gasto e treinos intensos sobre cimento ou solo irregular.
Corredores de maratonas ou de corridas de aventuras são os mais suscetíveis no meio esportivo. 
Em pessoas não atletas,as mulheres acima de 40 anos de idade, devido o uso de sapatos muito altos,apertados ou de solas muitas baixas(rasteirinha), por períodos muito longos ou não alternando o tipo de calçado no seu cotidiano.
Existem muitos relatos de pessoas que trabalham em pé por longos períodos ou que sofrem com sobrepeso, devido o estresse ou impacto causado nessa região.
Essa alteração está associada a:
-Tendinite crônica da fáscia plantar (fascíte plantar, ja descrita aqui nesse blog).
-Tendinite crônica afetando a inserção do tríceps sural (tendão de Aquiles) provocando uma calcificação em forma de esporão.
-Encurtamento do músculo gastrocnêmio.
-Pés com a curvatura acentuada, rígidos, pouco flexíveis ou pronados. 
A região plantar é composta por estruturas elásticas (músculo) e rígidas (fáscia), que potencializam a força dos músculos flexores curtos dos dedos e funcionam como um braço de alavanca.
Na prática, essas estruturas aumentam a eficiência do impulso, que é acionado quando o calcanhar se distancia do solo.
Um estresse excessivo nesta região pode provocar um estiramento da fáscia, originando fissuras e inflamação.
Sinais e sintomas:
Os esporões de calcâneo nem sempre causam dor podendo ser assintomáticos por muitos anos (depende da intensidade do processo inflamatório).
Com a dor, então, desenvolvendo-se subitamente, como resultado de um movimento que produz pressão oblíqua e inferior nos tecidos e nervos cutâneos na área. A dor é experimentada somente com apoio de carga ou com pressão digital no local, podendo irradiar-se para outras regiões do calcanhar e, algumas vezes, anteriormente ao pé.
Tratamento Fisioterapêutico:
O objetivo principal é ocasionar a diminuição das pressões sobre o calcanhar através de:
-Sapatos que diminuem a pressão no local de dor.
-Uso de órteses e palmilhas.
-Casos mais intensos, imobilização completa por botas rígidas (plásticas ou gessadas) é de grande auxílio para a redução da inflamação e combate à dor.
-Ultra-som (freqüência alta, vibrações que criam um calor fundo e reduzem inflamação) e crioterapia;
-Fortalecimento dos músculos do hálux e do arco longitudinal plantar.
-Cinesio-tape.pois, a tensão na fita adesiva substitui a tensão na fáscia.
-Alongamento da fáscia plantare do sóleo.
-Fazer flexão plantar dorsiflexão, inversão, eversão, marcha, transferência de peso e tibial posterior (flexão dos artelhos.
-Massoterapia e Terapia Manual.
-E em muitos casos também o repouso.



terça-feira, 30 de março de 2010

Fratura de Escafóide (boxeador)


O osso escafóide está localizado na primeira fileira dos ossos da mão, sendo ele o mais fraturado dessa  região.
O mecanismo de fratura é a queda sobre a mão com o punho em extensão.
Nas atividades esportivas é muito comum os boxeadores serem instruidos a golpear com o segundo e o terceiro metacarpo, sendo a força transmitida através do capitato, escafóide e semilunar para o antebraço.A posição do escafóide ligando a fileira carpal proximal á distal,torna-se o mais comum para lesionar.
No boxe, muitas vezes, o atleta não percebe a fratura inicialmente deixando de procurar o atendimento médico, podendo dessa força, levar a um retardo de consolidação ou a pseudo-artrose.
As fraturas do terço proximal do escafóide tem maior indice de complicações, como a não-consolidação pelo tipo de aporte sanguineo desse osso, que é predominantemente no sentido distal para proximal, tendo por isso, como principal complicação a necrose avascular.
Os sintomas iniciais incluem dor à palpação e movimentação de punho do lado radial e dor à manobra de pistonagem do polegar. E em alguns casos edema pode ser encontrado também.  
Alguns autores dividiram as fraturas em estáveis e instáveis. 
As fraturas sem desvio ou esáveis comumente são tratadas com imobilização antebraquial ou axilo-palmar, ambas incluindo o polegar de acordo com suas caracteristicas.
As fraturas com desvio são aquelas com afastamento maior que 1 mm, associação a anormalidades carpais, devem ser tratadas com redução e fixação interna com fios Kischner ou parafusos. 
Tratamento fisioterapêutico:
A fisioterapia conta com muitas técnicas e aparelhos para atingir os objetivos, como:
Analgesia, fortalecimento muscular, manutenção ou ganho da amplitude de movimento de uma articulação.

- Movimentos Ativos e passivos e alongamentos.











    

terça-feira, 23 de março de 2010

Bursite Trocantérica

Bolsas são membranas que tem como função proteger estruturas musculotendíneas e ósseas contra pressões e reduzir a fricção entre as mesmas, localizadas em vários locais do corpo humano. A inflamação dessas bolsas membranosas a BURSITE,pode resultar de trauma agudo ou crônico,de deposição devido a doenças metabólicas, inflamatórias ou também infecção aguda e crônica. Geralmente na região do quadril é ocasionada devido a excessiva fricção, microtraumas e secundária a traumas diretos.
A sobrecarga exercida nessa região é fator predisponente. A Bursite trocantérica é considerada a mais comum na região do quadril.
A bolsa trocantérica fica entre o tendão do glúteo médio e a proeminência póstero-lateral do trocanter maior do fêmur.  
Sinais clínicos: O paciente queixa-se de dor localizada sobre o trocanter maior que pode irradiar para face póstero-lateral da coxa. A palpação dolorosa é mais visualizada com o quadril em flexão,adução e rotação interna. Dor ao deitar no lado afetado e em alguns casos ao subir e descer escadas também. O teste de abdução ativa do quadril pode desencadear dor, principalmente quando há comprometimento do tendão do glúteo médio. 
Incidência: Atletas que praticam corrida, principalmente mulheres, devido a pelve ser maior que a do homem, outros fatores podem ser devido a discrepância no comprimento dos membros, hiperpronação do pé, irregularidas do piso onde se pratica atividade física e também desequilíbrios musculares.
Exames Complementares: Ressonância Magnética, apenas para confirmar os sinais clínicos evidenciados na avaliação inicial.Mas o fator principal seria diagnosticar a causa do problema, normalmente biomecânico, e atuar na causa. Deve ser observado o ciclo da marcha do atleta/desportista, a postura, a flexibilidade e, sobretudo os calçados de corrida.
Tratamento: Inicialmente se faz crioterapia, medicação indicada pelo médico com ação antiinflamatória e fisioterapia analgésica (o uso do ultra-som é indicado: pulsátil fase aguda e contínuo na fase sub-aguda/crônica, o TENS como medida de analgesia). A fase seguinte visa aumentar a flexibilidade, alongar o fáscia-lata, trato-iliotibial, e o glúteo médio( massagem transversa de Cyriax, exercícios de alongamento, fortalecimento, propriocepção e recuperação funcional).




terça-feira, 9 de março de 2010

Tipos de exercícios Terapêuticos



Após um tempo sem atualizar, estou de volta, quando posso. Devido a vida corrida, não consegui tempo livre para escrever no blog, mas vamos logo ao que interessa.
No post de hoje, irei descrever de maneira bem objetiva os exercícios utilizados em muitas áreas da fisioterapia, principalmente Neurologia, Ortopedia e pós operatórios.
Nem sempre estarei postando aqui, algum tipo de patologia ou trauma,mas também maneiras de atuação do fisioterapeuta,, seja relacionada a algum tipo de método ou aréa especifica.
Nos itens a seguir, está especificado o nome do exercício e sua descrição ao lado.
  1. Passivos: São realizados por formas externas em pacientes que apresentam algum tipo de restrição á movimentos.
  2. Ativos: Realizados ativamente pelo próprio paciente.
  3. Ativos assistidos: Realizados ativamente pelo próprio paciente, porém recebe ajuda de forças externas para completar o movimento. Normalmente nas angulações finais do exercício.
  4. Ativos resistidos: Realizados ativamente e com o uso de pesos ou outro material que produza resistência externa contra o movimento ou que dficulte sua realização.Ex: força manual do fisio e thera-band.
  5. Isométricos: Realizados ativamente onde há contração muscular e produção de força, sem alterar a angulação articular.
  6. Isotônicos: Realizados ativamente, de maneira dinâmica. Sendo concêntricos: ocorre encurtamento muscular e excêntrico, onde ocorre alongamento muscular.Exemplo de técnica: Pilates.
  7. Isocinéticos: Realizados também ativamente de maneira dinâmica mas possuem velocidade de encurtamento ou de alongamento constante.




 


 


 

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Escoliose


A escoliose é toda curva ou desvio vertebral no plano frontal, podendo ser denominada de acordo com a sua localização e a causa do seu aparecimento.
Classificação das escolioses:
Não estruturadas: desequelibrio pélvico, posturas da adolescência.
Transitórias: Antálgicas em função de algum tipo de dor.
Estruturadas:São divididas em 3 subclassificações: idiopáticas (sem causa definida), congênitas (por má formação da coluna vertebral ou formato da vértebra) e as neuromusculares(portadores de paralisia cerebral, duchene).
Avaliação:
Incia-se com exame físico medindo os MMII, realizando avaliação postural, teste de Adams(avaliar gibosidade), ângulo de tales.
Veificar exames complementares, preferencialmente RX da coluna AP/P panorâmico e ortostático(esse último dará a angulação da curva).
Para verificar o prognóstico o sinal de risser é visualizado no raio-x do quadril, em que irá mostrar o grau de ossificação da crista ilíaca, em que quando menor o grau de ossificação maior o grau de crescimento do paciente.
A medição da curva escoliótica é chamada de Método Cobb, em que se o ângulo entre as 2 retas traçadas for acima de 10 ° pode-se considerar patológica.

As descrições radiológicas são realizadas de acordo com a posição do lado convexo da curva.
Um individuo pode ter mais de uma curva, sendo a principal chamada de curva primária em que deu origem normalmente a vértebra em rotação e curva secundária em que tem como função tentar compensar a curva primaria.
Tratamento:
Realizado de acordo com a angulação da curva e idade óssea.
No tratamento fisioterapêutico, pode ser utilizado diversas técnicas para manter ou reduzir o grau da escoliose, com RPG, Pilates, exercícios de fortalecimento e alongamento, pode-se utilizar bola suíça, rolos e principalmente dicas posturais para o paciente no seu dia a dia, para evitar o aumento dessas compensações.
O tratamento cirúrgico é realizado em curvas acima de 40 ° graus.

Dicas de leitura: Indico o artigo da revista Fisioterapia em movimento, ASSENTO ADAPTÁVEL PARA PORTADORES DE PARALISIA CEREBRAL E SEQÜELA DE ESCOLIOSE: estudo de caso aplicando design ergonômico, muito interessante as adaptações.Tem fotos de um modelo de assento adaptável.
Outra indicação é o aritgo  PRINCÍPIOS E TÉCNICA DE REEDUCAÇÃO TRIDIMENSIONAL

DA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA DEBUTANTE,da revista Coluna Fisioterápica, nesse artigo constam exercícios e técnicas usadas na escoliose. No link a seguir terão outros artigos sobre escoliose e também sobre hérnia lombar. 





quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Obesidade relacionada com desvios posturais e osteomusculares

O mundo globalizado oferece diversos produtos tecnológicos para facilitar o cotidiano da população mundial visando apenas o conforto evitando se possível qualquer tipo de atividade física.
Por esse motivo o sobrepeso e a obesidade estão sendo considerados um dos principais problemas de Saúde Pública atual.
O excesso de peso além de ser um distúrbio nutricional provoca danos no sistema musculoesquelético, podendo causar desvios posturais, estando associado também como fator de risco nas doenças articulares.
A postura pode ser definida como a posição do corpo no espaço, apresentando relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade.Podendo ser influenciada por diversos fatores tais como; anomalias ósseas congênitas e adquiridas, vícios posturais, EXCESSO DE PES CORPORAL, deficiência protéica na alimentação e frouxidão ligamentar.
De acordo com Nahas (2006), o excesso de peso pode desencadear sérios problemas lombares.
Segundo Silva et al. (2005), foi observado em adultos com sobrepeso o aumento da curvatura torácica e o aparecimento de joelhos valgos e pés planos.
Para Tribastone (2001), o aumento do arqueamento lombar ou do ângulo lombossacral ocasiona uma lordose, tendo como causas comuns, má postura, gestação, obesidade e musculatura abdominal fraco.
De acordo com Busse (2004) e Nunes (2006), as manifestações clínicas que podem ser encontrada no indivíduo com sobrepeso e obesidade é a doença de blount, joelhos valgos, artroses e problemas na cicatrização.
Conforme Silva e Campos (2006), o obeso tem o campo de gravidade alterado para frente devido ao aumento da região abdominal, ocasionando a anteroversão pélvica e hiperlordose lombar e para compensar esses desvios adotam uma postura de hipercifose torácica, isso ocorre para manter o centro de gravidade estável na base de apoio, diminuindo gastos energéticos em excesso.
Segundo Fisberg (2005), as principais alterações posturais de um adolescente obeso são o valgismo de joelho e a hiperextensão da mesma articulação, aumento da cifose torácica, abdômen protuso e anteroversão pélvica.
Gama (2007) o valgismo e varismo de joelho estão associados com a obesidade, devido os desalinhamentos que a mesma ocasiona.
De acordo com Souza, João e Sacco (2007), foi observado em sua pesquisa realizada com crianças a queda do arco longitudinal plantar na maioria das crianças obesas avaliadas.
Para Nordin e Frankel (2003) e Hall (2005), o peso do corpo na postura em pé, é mantido pelo arco plantar, devido a isso, alterações nessa região são bem comuns em obesos segundo vários autores pesquisados.
Silva et al (2005), também observou em adultos com sobrepeso o aumento da curvatura torácica e o aparecimento de joelhos valgos e pés planos.
Para Campos apud Calvete (2004), o excesso de peso facilita o surgimento de alterações ortopédicas, mas não são exclusivas do obeso,no entanto esse fator de excesso de carga nas articulações e aumento de massa corporal faz com que o indivíduo obeso esteja mais suscetível a essas lesões.
O excesso de peso deve ser caracterizado como uma doença multifatorial e de difícil tratamento, pois, a partir da alteração do peso, podem se originar alterações hormonais, ortopédicas e diversas doenças, ou o agravamento das mesmas devido a complicações geradas pelo acúmulo de gordura local (WATANABE, 2003).
Esses dados demonstram a necessidade do Fisioterapeuta em uma equipe multidisciplinar no tratamento da obesidade e ou sobrepeso para auxiliar em uma melhor qualidade de vida, atuar nas alterações posturais existentes, minimizar o número de alterações osteomusculares devido a algum fator relacionado ao excesso de peso, evitando dessa maneira a evolução de muitas deformidades.

Fonte: Fotografia tirada dos pés de um obeso.



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Joelho parte 3- Ligamento Cruzado Posterior (LCP)

Considerado a estrutura ligamentar mais resistente do joelho, sua origem é na face lateral do côndilo femoral mediale sua inserção é na área intercondilar posterior da tíbia. Suas funções são de resistir forças posteriores de gaveta,resistir a hiperextensão, limitar o movimento de rotação interna e a hiperflexão, além de prevenir o varo e o valgo que ocorrem nessa região.
A lesão do LCP é menos comum do que do LCA, e está relacionada a trauma direto com um grau de energia elevado e não muito em relação aos entorses. O mecanismo mais comum de lesão é o trauma na perna com joelho em flexão, ocasionando posteriorização da tíbia, visualizado principalmente em acidentes automobilísticos devido a batida do membro inferior flexionado no painel do veículo.
Os mecanismos de lesões observados nas práticas esportivas que ocorrem rompimento do LCP estão associados com quedas bruscas sobre o joelho flexionado enquanto o pé está em flexão plantar, outra ruptura isolada de LCP também pode ocorrer quando o joelho do atleta é forçado a se hiperflexionar enquanto o pé está em dorsiflexão, uma hiperextensão repentina e vigorosa também pode lesionar o LCP.
Sinais e sintomas:
Observado no local uma pequena hemartrose e edema,aumento de dor na flexão acima de 90°, isso em estágio agudo da lesão.
Em pacientes com lesões crônicas de LCP ou que não trataram quando houve o rompimento, há frequentemente dor patelofemoral e instabilidade da articulação.
Para diagnosticar o rompimento de LCP existem diversos testes específicos, os mais comuns utilizados são:
•Sinal de depressão posterior: aumento do deslocamento posterior da tíbia quando o joelho está flexionado em 70-90°.
•Teste de gaveta posterior: mostra a translação posterior do platô tibial em relação ao fêmur com o joelho flexionado a 90°.
•Teste ativo de quadríceps: O avaliado fica em decúbito ventral e joelho flexionado a 90°, se houver insuficiência de LCP irá ocorrer à translação da tíbia.

Tratamento de LCP:

O objetivo principal do pós-operatório imediato é proteger o enxerto recém construído das forças de posteriorização da tíbia.
Os princípios importantes a serem considerados são: permitir movimento imediato do joelho e evitar exercícios rigorosos dos ísquiotibiais durante os primeiros cinco a seis meses do período pós-operatório.
Os pacientes são alertados para que evite qualquer tipo de exercício ou atividade que implique na incidência de grandes forças posteriores de cisalhamento na tíbia, por exemplo; andar em planos inclinados descendentes, agachar-se e usar aparelhos para flexão dos ísquiotibiais. Além disso, alertamos que o retorno precoce das atividades físicas no período pós-operatório significa um risco definido de nova lesão.
Devemos permitir o movimento passivo de 0 a 90(graus) imediatamente após a operação.
Os pacientes devem ser incentivados a readquirir a extensão do joelho tão logo seja possível para que seja evitada excessiva formação do tecido cicatricial na incisão intercondilar.
Se a dor e a hemartrose articular estão controladas, e se o tônus do quadríceps está satisfatório, na quarta semana do período pós-operatório o paciente tem permissão para sustentar mais peso e liberar as muletas.
A descarga de peso tem progressão mediante o uso de uma técnica de uma marcha normal, evitando posições travadas do Joelho incentivando a flexão normal durante o ciclo da marcha.
O fortalecimento muscular já ocorre no primeiro dia de fisioterapia, realizando exercícios isométricos leves.
Com a boa evolução do paciente, os exercícios podem ser aumentados de forma gradual. Os alongamentos de ísquiotibiais são iniciados da primeira a quarta semana de pós-operatório.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Síndrome do Túnel do Carpo (STC)



O aspecto anatômico que corresponde no punho o túnel do carpo abriga 9 tendões flexores e o nervo mediano. Quando ocorre a compressão do nervo mediano essa lesão é denomidade STC.
Esse tipo de lesão occore normalmente em indíviduos que realizam movimentos repetitivos ou trabalham com máquinas que produzem vibração nos dedos, mão e punho. Os trabalhores mais afetados são os que passam horas digitando em frente ao computador e processamento de alimentos.
Sinais e sintomas: Dormência progressiva e parestesias da mão nas regiões inervadas pelo nervo mediano, dor á noite, fraqueza na mão com diminuição de algumas habilidades funcionais devido o quadro álgico ou dormência da mesma, em casos extremos pode ser observados atrofia do músculo radial da mão.
Avaliação:

A história do paciente deve ser bem analisada para saber o que está causando esses sintomas, se possível tentar fazer lembrar quando inicio essa condição clínica. O fisioterapeuta deve buscar informações sobre o cotidiano do paciente e sobre as posições adotadas no trabalho do mesmo.
Será avaliado: ADM da mão e punho, força muscular principalmente do movimento de pinça e preensão, quando possível testar fazendo uso de um dinamômetro, hipotrofia da região tenar e por fim sensibilidade tátil,dolorosa e sensitiva.
Também aplica-se nesses casos testes específicos chamados de Phalen e de Tínel.
Tratamento:

Pode ser cirurgico ou conservador, tudo irá depender da avaliação médica e o estágio que está a síndrome.


O fisioterapeuta irá atuar:
  • melhora da saúde relacionada á qualidade de vida.
  • melhora das habilidades funcionais e retorno da função.
  • redução do risco de incapacidade futura a partir das limitações detectadas.
  • prevenção e educação do paciente em relação a posição do punho.
  • compreender os fatores de risco.
  • uso de talas na prevenção e manutenção da SDC.
  • Alongamentos musculares
  • Fortatelcimentos dos membros superiores.
  • Mobilizações da articuação do punho.

video mostrando o teste de phalen




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Video com exercícios e alongamentos para Fascite Plantar

Esse vídeo foi retirado do Yotube e é um complemento para o post anterior,está em espanhol o que esta escrito, mas é fácil de entender e vale a pena dar uma conferida.Constam alongamentos, autoalongamentos e exercícios para o trtamento da fascíte Plantar.A partir desses exercícios podem ser criadas diversas variações,só depende da criatividade de cada fisioterapeuta e o objetivo a ser atingido.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Fascite Plantar



A fascia plantar ou aponeurose é um tecido conectivo denso que se origina na tuberosidade medial do calcâneo e proporciona suporte estrutural e origens musculares para o pé. Com atvidades de sustentação depeso, a fáscia plantar se alonga e serve como um absorvedor de choque.
O mecanismo de lesão mais comum é o uso excessivo,atividades que envolvam corrida ou posição de pé prolongada podem encorajar irritação repetida das estruturas do aspecto plantar do pé, condições associadas também são bem comuns,como o pé plano,pé cavo,obesidade,encurtamento do tendão calcâneo ou aquileo para o paciente desenvolver a fascite plantar.
Sinais e Sintomas: Dor em qualquer parte da supeficie plantar do pé.Normalment localizada no arco medial longitudinal.A dor é mais incomoda durante atividades de sustentação de peso e ao levantar-se da cama pela manhã.Não é uma dor que surge de maneia súbita,porém desenvolve-se ao longo de um período de tempo.
Avaliação: História sobre a dor e o desconforto,palpação das estruturas envolvidas,avaliação biomecânica do pé,ADM,força e avaliações funcionais.

Os objetivos do tratamento fisioterapêutico são :
  • melhora da qualidade de vida
  • melhora de habilidades funcionais
  • retorno á função ótima
  • redução do risco de incapacidade futura a paritr de limitações identificada
  • estratégias para prevenir incapacidade futura.

Tratamento fisioterapêutico utilizado normalmente:

  • Recomenda-se a utilização de órteses macias ou palmilhas abosrvedoras de choque.
  • Enfaixamento do arco é frequentemente efetivo para ajudar aliviar os sintomas agudos. Exercícios de mobilidade devem ser direcionados ás estruturas encurtadas identificadas. Utilização de sipllnt noturnos em alguns casos também é de grande ajuda na diminuição do desconforto pela manhã.
  • Mobilização Fascial
  • O tendão calcâneo pode ser alongado de diversas maneiras.
  • A fascia plantar pode ser alongada rolando-se o pé sobre um rolo.
  • Educação do paciente a volta das atividades e prática esportiva também é um fator importante na reabilitação.

O tempo esperado para alcançar os resultados varia.

domingo, 25 de outubro de 2009

Fraturas por Estresse

Conceito e causas:

As fraturas por estresse, também conhecidas como fraturas por fadiga,são mais frequentes em atletas e militares, são causadas devido a sobrecarga extra nos ossos, além da intensidade dos treinos, as fraturas por stress podem acontecer por causa do esgotamento muscular (esforço excessivo) e a falta de absorção de impactos acumulativos.
Os músculos fadigados transferem a sobrecarga do stress para o osso ocorrendo a fratura por stress.
Essas fraturas são inicialmente fissuras microscópicas dos ossos. Esse esforço físico repetitivo aumenta as solicitações ósseas, que quando ultrapassam a resistência normal, gera a fratura.Atletas com treinamento inadequados são os mais propensos a sofrer essa fratura e mudanças bruscas de métodos de treino também são fatores relacionados com a fratura por estresse.
Não se sabe ainda qual o esporte mais afetado por essa fratura, mas cada um deles tem sua região mais afetada, no futebol e basquete a frequencia maior é na tíbia e fíbula, devido a sobrecarga muscular.
Os corredores costumam sofrer fratura por estresse nos metatarsos e no terço distal da fíbula.
Sinais e sintomas: Acontecem de maneira insidiosa na maioria dos casos, sem qualquer lesão aparente.
A dor é relacionada com a atividade, no inicio só durante a atividade e com o tempo em repouso também.
Edema local e sensibilidade são observadas na área fraturada.

Prevenção :
  • Os fatores de risco devem ser analisados e eliminados o mais rapido possível.
  • Os atletas devem avaliart os métodos de treinamento com o técnico,treinador,fisioterapeuta e médicos da equipe.
  • Uso de calçados e equipamentos de proteção são importantes para redução de impacto em quase todos os esportes.
  • Observar, no caso do sexo feminino, o distúrbio da tríade feminina que pode causar fraturas recidivantes.

Tratamento fisioterapeutico:

Objetivo: Acelerar o processo de cicatrização óssea e promover o retorno do paciente as suas diversas atividades diárias e esportivas.
Para o correto tratamento o repouso indicado para o paciente é muito importante, isto é, o paciente deve ficar afastado de toda e qualquer atividade de impacto.
O uso de imobilizadores são indicados durante as primeiras semanas, pode incluir sessões de ultra-som terapêutico para auxiliar no processo de cicatrização óssea.
Pode-se realizar atividades dentro da piscina com impacto reduzido e trabalhos de alongamento e fortalecimento muscular para prover manutenção da condição muscular e cardiorrespiratória do atleta.
O tempo de afastamento pode variar de acordo com a região onde se localiza a lesão e com o grau de severidade da fratura.
Durante a fase final de reabilitação algumas atividades de readaptação ao esporte e orientações são importantes para evitar recidivas da lesão.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Prótese de Quadril

As principais indicações hoje para o uso da prótese são:
Quadro álgico intenso com limitação funcional significante e quadro artrítico avançado de quadril, normalmente pacientes com idades entre 60 e 75 anos, mas com o avanço e melhora das técnicas e materiais utilizados na protetização, a longevidade esperada para a prótese tem aumentando, possibilitando algumas cirurgias em pacientes um pouco mais jovens, deixando de ser contra-indicada.
O procedimento cirúrgico atual mais utilizado envolve aproximação anterior ou posterior da articulação do quadril. Essa cirurgia de substituição articular tem diferentes indicações e preferências dependendo do tipo de prótese que será utilizada.

Tipos de próteses mais comuns:
  • Prótese cimentada: Utilize-se cimento ósseo para fixar o componente acetabular na pelve e a parte femoral no fêmur. A mais utilizada é a prótese de Charnley. O acetábulo é feito com polietileno de alta densidade e a parte femoral é de liga metálica cobalto-cromo-titânio. Normalmente usamos esta prótese em pacientes mais idosos.
  • A prótese não-cimentada, que é mais indicada para pessoas jovens com qualidade óssea ainda boa, é a que fixamos suas partes (acetábulo e componente femoral) diretamente na superfície óssea, sem a utilização de cimento.
  • Hibrida é formada por um componente acetabular não cimentado, e um componente femural cimentado, ambos colocados com suas respectivas técnicas cirúrgicas.

Tratamento pós-operatório e cuidados:

O PO consiste basicamente na prevenção de complicações a partir da cirurgia e inicialização do programa de reabilitação.
O principal risco do PO é a tromboembolia e trombose profunda, para isso ser evitado inicia-se de imediato o tratamento profilático prescrito pelo cirurgião com medicamentos e a mobilização precoce.
A reabilitação é inicia com a educação da postura do paciente, para evitar um deslocamento indevido da prótese, essas posturas e posições irão variar de acordo com aproximação cirúrgica realizada. Se ela foi feita mais posteriormente, deve se tomar cuidado com os movimentos de flexão, adução e rotação interna, enquanto se for feita anteriormente o quadril ficará instável nos movimentos de extensão, abdução e rotação externa, por isso a importância de uma boa avaliação antes de iniciar as mobilizações.
O paciente é encorajado a sentar-se em uma cadeira desde o primeiro dia para realizar as trocas de decúbito, com atenção especial ao decúbito lateral, sobre o membro não afetado.
Podem ser realizados exercícios envolvendo a articulação do tornozelo e a contração isométrica do músculo quadríceps.
A alta hospitalar acontece entre o 4 e 7 dia de PO, após esse período a reabilitação continua em ambiente domiciliar ou clinica para restaurar ADM, restituir o ortastismo e marcha.
Pacientes submetidos a esse tipo de procedimento cirúrgico passam por um longo período de limitação de ADM e dor que acabam comprometendo a função muscular de toda extremidade do membro inferior, por isso a fisioterapia tem um papel muito importante durante esse período e também é fundamental que seja realizada dentro das limitações de cada paciente, seguindo os cuidados de acordo com o tipo de cirurgia. (já foram citados alguns).
Não esquecer jamais de verificar o tipo de prótese utilizada, pois dependendo qual utilizada a descarga de peso ocorre mais cedo do que a outra no membro operado.

sábado, 19 de setembro de 2009

Erros de datas....

A penultima postagem que fiz foi realizada no dia 10 de setembro, hoje atualizei o blog descrevendo um pouco sobre o método Pilates e não sei por que ficou abaixo da postagem do dia 10 de setembro, então o post atual é o do dia 9 de setembro e não dia 10...
Não entendo nada de internet e configurações ai por isso achei masi fácil deixar um recadinho corrigindo mesmo.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Testes para LCA

Em uma postagem antiga, comentei sobre o Ligamento Cruzado Anterior(LCA), achei esse videozinho no Youtube, sobre testes ortopédicos,bem didatico e legalzinho.
Esse em especial, trata dos testes utilizados para detectar lesão de LCA.
obs: video com som.

Indico também a leitura sobre outros testes ortopédicos para membros inferiores, disponíveis no seguinte site: http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/traumato/testes_membro_inferior.htm

Ali tem um resumão de testes para quadril, joelho e tornozelo.....

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Método Pilates

O método pilates foi criado pelo alemão Joseph H. Pilates, que dedicou-se durante toda sua vida a melhorar sua condição física, praticando mergulho,esqui,ginástica e boxe.
Autodidata, apronfundou seus conhecimentos em fisiologia e anatomia humano, até que após muitos anos de vida, inspirado na Primeira Guerra Mundial, desenvolveu exercícios para manter a si e aos companheiros saudáveis, usou os materias hospitalares para fortalecer os doentes que ainda permaneciam acamados, quando iniciou o desenvolvimento dos primeiros aparelhos conhecidos ainda nos dias de hoje.

Príncipios utilizados no Pilates:

Concentração,Centralização,Fluidez,Respiração,Precisão, Controle e Relaxamento.

Cada exercício do Método Pilates foi designado para incluir todos esses princípios, que são incorporados aos poucos.
Esse método busca desenvolver através de seus princípios, o equilibrío musculo-esquelético, respiração apropriada e o alinhamento postural.
Os exercícios combinam o controle da musculatura abdominal com a concentração.

Benefícios Principais:
  • Estimula e auxilia na circulação.
  • Melhora o condicionamento físico geral.
  • Definição muscular mais rapida.
  • Melhora da flexibilidade e amplitude muscular.
  • Melhora da consciência corporal e a coordenação motora.
  • Reduz ansiedade e estresse.
  • Diminuição de dores músculo-esqueléticas.

Devido a esses benefícios ajuda a prevenir e reduzir riscos de uma futura lesão proporcionando também redução de dores crônicas.
Este método tem sido utilizado com sucesso em reabilitação de complicações de cirurgias ortopédicas, hérnias de discos,lombociatalgia,período gestacional e pós-parto.